O estilista Valentino voltou a pisar o tapete vermelho, oito meses depois da sua despedida emocionada do mundo da moda. O regresso deu-se no Festival de Veneza, onde foi exibido o documentário “Valentino, O Último Imperador”, um filme que homenageia o homem que vestiu algumas das maiores celebridades do mundo.
Aplausos de pé e até mesmo lágrimas de emoção acompanharam a projecção do esperado documentário "Valentino: The Last Emperor" (“Valentino, O Último Imperador”), no Festival de Veneza. Dirigido por Matt Tyrnauer – correspondente especial da revista “Vanity Fair” – o filme retrata os 45 anos de carreira do criador italiano, que se tornou um ícone da alta-costura, ao vestir socialites, estrelas de cinema e mesmo personalidades da realeza espalhadas por todo o mundo. O documentário segue a linha do livro biográfico que o jornalista americano já havia assinado sobre Valentino. «O documentário resulta da edição de mais de 250 horas de material filmado, centenas de declarações e testemunhos dos colaboradores de Valentino e é recheado de momentos de grande intimidade quotidiana, em parte revelados com ironia pelo seu companheiro e sócio, Giancarlo Giammetti», salientou Matt Tynauer, em Veneza. Filmado entre Junho de 2005 e Julho de 2007 – momentos antes do estilista anunciar a sua saída de cena – “The Last Emperor” registou o estilo de trabalho e o processo criativo do estilista e da sua equipa, além da comemoração dos seus 45 anos de carreira e das suas relações pessoais. «Lamento, mas o filme reflecte exactamente o que eu sou, porque há momentos em que me irrito automaticamente, quando alguém me diz alguma coisa que não gosto. Todo o documentário é um reflexo meu, do princípio ao fim», retorquiu Valentino. Sem descurar de todo a ironia, “The Last Emperor” foca ainda atenções nas crescentes dificuldades pelas quais o estilista teve de passar, após a compra de parte do Valentino Fashion Group pelo fundo de investimentos Permira, dirigido pela criadora Alessandra Facchinetti. «Este é sem dúvida um momento muito difícil para mim, agora que sou apenas um espectador e, logicamente, olho com muita atenção a próxima colecção, que será já resultado da criatividade de Alessandra Facchinetti. Mas é sempre o meu nome que continua e isso deixa-me de certa forma apreensivo», concluiu o estilista italiano. Numa noite de brilho, glamour e aplausos, a sala de projecção – lotada de jornalistas e convidados especiais – contou com a ilustre presença do próprio Valentino, que chegou ao local acompanhado da top model Eva Herzigova.
París. (EP/AP).- El gigante de la moda italiana Valentino presentó hoy su última colección pret-a-porter antes de su retiro y recibió una ovación de sus seguidores y una reprimenda de su colega Karl Lagerfeld, quien le dijo que se jubilaba demasiado temprano.
1 2 3 Una modelo desfila con una creación del diseñador Valentino para la colección Primavera-Verano 2008 / Efe / Lucas Dolega PALABRAS CLAVE Valentino, París, Prince, San Petersburgo, Roma, Jackie Kennedy, Karl Lagerfeld, Gwyneth Paltrow, Gucci, Neiman Marcus
Este desfile no fue el último adiós de Valentino, pues aún le queda por presentar una muestra de alta costura en esta misma ciudad en enero. Pero la emoción fue palpable cuando el diseñador intentó contener las lágrimas en la pasarela mientras muchos lloraban detrás de bambalinas.
"Quiero retirarme en la cúspide de la gloria", expresó Valentino, de 75 años, a los reporteros. "Quiero divertirme un poco porque me he pasado la vida en casas de moda dibujando cientos y cientos de bosquejos cada temporada".
Tras celebrar durante tres días en Roma sus 45 años en la industria, Valentino anunció el mes pasado que se retiraría en el 2008. Alessandra Facchinetti, diseñadora de colecciones pret-a-porter para Gucci, fue designada para el cargo.
Valentino dijo querer que su penúltima colección fuera juvenil y alegre, como un tributo a todos sus admiradores. La supermodelo rusa Natalia Vodianova, de vuelta en la pasarela apenas tres semanas después de dar a luz a su tercer hijo, abrió el show ataviada con un abrigo corto de cachemira rosa y lila.
Al ritmo de canciones de Prince, las modelos lucieron femeninos vestidos de cóctel con lunares y lazos dorados. Bloques de color formaron patrones gráficos que dieron un aire de los años 80, mientras que un enorme afiche de lirios le añadió un toque romántico a la escena.
Los editores de modas y minoristas alabaron al legendario diseñador, quien ha vestido a luminarias desde Jackie Kennedy hasta Gwyneth Paltrow. "Es muy conmovedor, es un diseñador tan icónico, una parte tan importante de la historia de la moda", expresó Ken Downing, vicepresidente sénior y director de modas de la cadena de tiendas estadounidense Neiman Marcus.
Lagerfeld, por su parte, lamentó la decisión de Valentino. "No estoy muy encantado porque creo que no es bueno que se retire; está en maravillosa forma", dijo a los reporteros tras presentar su propia colección pret-a-porter horas antes. "Él debe continuar. No es divertido, se aburrirá".
Valentino había insistido durante meses en que no tenía planes de jubilarse, pero la compra de Valentino Fashion Group por parte de la firma de inversión privada Permira habría influido en su decisión. El diseñador dijo que se tomaría un tiempo para viajar y que quizás diseñe trajes para la ópera y el ballet (ya tenía planes de colaborar con el afamado Teatro Mariinsky en San Petersburgo).
También planea crear una fundación que albergue sus creaciones.
O estilista Valentino voltou a pisar o tapete vermelho, oito meses depois da sua despedida emocionada do mundo da moda. O regresso deu-se no Festival de Veneza, onde foi exibido o documentário “Valentino, O Último Imperador”, um filme que homenageia o homem que vestiu algumas das maiores celebridades do mundo.
ResponderExcluirAplausos de pé e até mesmo lágrimas de emoção acompanharam a projecção do esperado documentário "Valentino: The Last Emperor" (“Valentino, O Último Imperador”), no Festival de Veneza. Dirigido por Matt Tyrnauer – correspondente especial da revista “Vanity Fair” – o filme retrata os 45 anos de carreira do criador italiano, que se tornou um ícone da alta-costura, ao vestir socialites, estrelas de cinema e mesmo personalidades da realeza espalhadas por todo o mundo. O documentário segue a linha do livro biográfico que o jornalista americano já havia assinado sobre Valentino. «O documentário resulta da edição de mais de 250 horas de material filmado, centenas de declarações e testemunhos dos colaboradores de Valentino e é recheado de momentos de grande intimidade quotidiana, em parte revelados com ironia pelo seu companheiro e sócio, Giancarlo Giammetti», salientou Matt Tynauer, em Veneza.
Filmado entre Junho de 2005 e Julho de 2007 – momentos antes do estilista anunciar a sua saída de cena – “The Last Emperor” registou o estilo de trabalho e o processo criativo do estilista e da sua equipa, além da comemoração dos seus 45 anos de carreira e das suas relações pessoais. «Lamento, mas o filme reflecte exactamente o que eu sou, porque há momentos em que me irrito automaticamente, quando alguém me diz alguma coisa que não gosto. Todo o documentário é um reflexo meu, do princípio ao fim», retorquiu Valentino.
Sem descurar de todo a ironia, “The Last Emperor” foca ainda atenções nas crescentes dificuldades pelas quais o estilista teve de passar, após a compra de parte do Valentino Fashion Group pelo fundo de investimentos Permira, dirigido pela criadora Alessandra Facchinetti. «Este é sem dúvida um momento muito difícil para mim, agora que sou apenas um espectador e, logicamente, olho com muita atenção a próxima colecção, que será já resultado da criatividade de Alessandra Facchinetti. Mas é sempre o meu nome que continua e isso deixa-me de certa forma apreensivo», concluiu o estilista italiano.
Numa noite de brilho, glamour e aplausos, a sala de projecção – lotada de jornalistas e convidados especiais – contou com a ilustre presença do próprio Valentino, que chegou ao local acompanhado da top model Eva Herzigova.
Do jeito que vc gosta amore, este blog tá repleto de coisas lindas! bj grandão do tamanho do sertão!
ResponderExcluirParís. (EP/AP).- El gigante de la moda italiana Valentino presentó hoy su última colección pret-a-porter antes de su retiro y recibió una ovación de sus seguidores y una reprimenda de su colega Karl Lagerfeld, quien le dijo que se jubilaba demasiado temprano.
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Una modelo desfila con una creación del diseñador Valentino para la colección Primavera-Verano 2008 / Efe / Lucas Dolega
PALABRAS CLAVE
Valentino, París, Prince, San Petersburgo, Roma, Jackie Kennedy, Karl Lagerfeld, Gwyneth Paltrow, Gucci, Neiman Marcus
Este desfile no fue el último adiós de Valentino, pues aún le queda por presentar una muestra de alta costura en esta misma ciudad en enero. Pero la emoción fue palpable cuando el diseñador intentó contener las lágrimas en la pasarela mientras muchos lloraban detrás de bambalinas.
"Quiero retirarme en la cúspide de la gloria", expresó Valentino, de 75 años, a los reporteros. "Quiero divertirme un poco porque me he pasado la vida en casas de moda dibujando cientos y cientos de bosquejos cada temporada".
Tras celebrar durante tres días en Roma sus 45 años en la industria, Valentino anunció el mes pasado que se retiraría en el 2008. Alessandra Facchinetti, diseñadora de colecciones pret-a-porter para Gucci, fue designada para el cargo.
Valentino dijo querer que su penúltima colección fuera juvenil y alegre, como un tributo a todos sus admiradores. La supermodelo rusa Natalia Vodianova, de vuelta en la pasarela apenas tres semanas después de dar a luz a su tercer hijo, abrió el show ataviada con un abrigo corto de cachemira rosa y lila.
Al ritmo de canciones de Prince, las modelos lucieron femeninos vestidos de cóctel con lunares y lazos dorados. Bloques de color formaron patrones gráficos que dieron un aire de los años 80, mientras que un enorme afiche de lirios le añadió un toque romántico a la escena.
Los editores de modas y minoristas alabaron al legendario diseñador, quien ha vestido a luminarias desde Jackie Kennedy hasta Gwyneth Paltrow. "Es muy conmovedor, es un diseñador tan icónico, una parte tan importante de la historia de la moda", expresó Ken Downing, vicepresidente sénior y director de modas de la cadena de tiendas estadounidense Neiman Marcus.
Lagerfeld, por su parte, lamentó la decisión de Valentino. "No estoy muy encantado porque creo que no es bueno que se retire; está en maravillosa forma", dijo a los reporteros tras presentar su propia colección pret-a-porter horas antes. "Él debe continuar. No es divertido, se aburrirá".
Valentino había insistido durante meses en que no tenía planes de jubilarse, pero la compra de Valentino Fashion Group por parte de la firma de inversión privada Permira habría influido en su decisión. El diseñador dijo que se tomaría un tiempo para viajar y que quizás diseñe trajes para la ópera y el ballet (ya tenía planes de colaborar con el afamado Teatro Mariinsky en San Petersburgo).
También planea crear una fundación que albergue sus creaciones.